NOTÍCIA | CASO NO RS

Juíza é demitida após usar mesmo modelo de sentença em 2 mil processos

Irregularidade teria sido cometida para inflar resultados de produtividade da juíza auxiliar no Rio Grande do Sul

Por: Metrópoles
Publicado em 14 de Julho de 2025 , 05h10 - Atualizado 14 de Julho de 2025 as 05h14


Reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) demitiu a juíza substituta Angélica Chamon Layoun, que atuava na comarca de Cachoeira do Sul (RS).

A decisão foi publicada no Diário da Justiça na última segunda-feira (7/7) e teve como base irregularidades na condução de processos pela magistrada, que estava no cargo há pouco mais de um ano.

A juíza também teria desarquivado ações já julgadas para proferir novas sentenças, que repetiam o conteúdo das decisões anteriores.

De acordo com o tribunal, a prática visava aumentar artificialmente os índices de produtividade da magistrada.

Aumento do índice de produtividade

Como a juíza ainda estava em estágio probatório, ela não possuía a garantia de vitaliciedade. De acordo com o Tribunal, Angélica teria adotado as práticas que geraram a demissão, na tentativa de aumentar artificialmente os índices de produtividade.

A defesa da magistrada, liderada pelo advogado Nilson de Oliveira Rodrigues, entrou com recurso no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pedindo a revisão da penalidade. Segundo ele, a decisão foi “desproporcional” e “carente de prova de dolo ou má-fé”.

Formada pela Universidade Fumec, em Belo Horizonte (MG), antes de se tornar juíza, Angélica Chamon atuou como advogada e analista jurídica.

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