NOTÍCIA | Impacto Financeiro

Aumento no salário do prefeito de Cuiabá gera impacto de R$ 2,6 milhões

Aumento no salário do prefeito de Cuiabá gera impacto de R$ 2,6 milhões

Por: G1 MT
Publicado em 06 de Fevereiro de 2013 , 09h16 - Atualizado 06 de Fevereiro de 2013 as 09h16


O aumento no salário do prefeito eleito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), que vai passar a ganhar R$ 22 mil, deverá resultar em um impacto financeiro de R$ 2,6 milhões por ano na folha de pagamento da Prefeitura Municipal.


Isso, sem contar despesas previdenciárias e outras vantagens, como a verba indenizatória do chefe do Executivo na ordem de R$ 20 mil.


Em diagnóstico da própria prefeitura, o aumento também recai ao salário de 70 servidores da Procuradoria Geral do Município e inspetores de tributos da Secretaria Municipal de Fazenda, que teriam o direito de receber acima dos R$ 14,3 mil, valor do subsídio de Mauro Mendes que é o teto aplicado aos vencimentos do funcionalismo.


Apesar do prefeito ter vetado o aumento no próprio salário, aprovado pela  Mesa Diretora da Câmara de Vereadores em dezembro do ano passado, a atual Legislatura derrubou o veto  no projeto de lei nesta terça-feira (5).



Por unanimidade, 24 vereadores aprovaram o aumento de R$ 14,3 mil para R$ 22 mil, durante a primeira sessão ordinária.


O projeto do legislativo municipal fixa um subsídio no valor de R$ 15 mil para o vice.


O prefeito Mauro Mendes informou, por meio de nota enviada à imprensa, que respeita a decisão dos vereadores e acatará os vetos.


Apenas o vereador Onofre Júnior, do PSB, foi contrário a decisão.


Ele diz não ser favorável ao pagamento de verba indenizatória a prefeitos e vereadores.


O aumento dos salários dos 25 vereadores da atual legislatura de Cuiabá também permanece.


O rendimento sofreu aumento superior a 63% em relação aos 19 parlamentares que encerram os mandatos em 2012.


As verbas indenizatórias e de gabinete, saltaram de R$ 9,2 mil para R$ 15 mil.



Também foi reajustado o valor da verba indenizatória, que os vereadores recebem para custear materiais de expediente, combustível e outras despesas com o gabinete.


De R$ 15 mil, a verba subiu para R$ 20 mil por mês.


Além disso, cada parlamentar recebe R$ 17 mil para pagar os salários dos funcionários contratados para ajudá-lo a legislar.

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