Bancários de Mato Grosso paralisam atividades no BB nesta quarta (20) em Cuiabá
Bancários de Mato Grosso paralisam atividades no BB nesta quarta (20) em Cuiabá
O protesto marca o Dia Nacional de luta contra o novo plano de funções que vem sendo impostas pelo BB em Cuiabá. Dirigentes sindicais do SEEB-MT distribuíram panfletos informativos em que mostra problemas existentes no novo plano de funções.
Bancários de Cuiabá e dirigentes sindicais do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB-MT) paralisaram as atividades do Banco do Brasil da agência da Rua Barão de Melgaço por uma hora e meia, (das 11h às 12h30) nesta quarta-feira (20) em Cuiabá.
O protesto dos bancários marca o Dia Nacional de luta contra o novo plano de funções que vem sendo impostas pelo BB em todo o país. Dirigentes sindicais do SEEB-MT distribuíram panfletos informativos em frente à agência para a população em que mostra os problemas existentes no banco.
De acordo com o diretor do Departamento Jurídico do SEEB-MT e funcionário do Banco do Brasil, Alex Rodrigues, os principais problemas causados pela direção do BB são o não cumprimento da jornada de trabalho o que gerou inúmeras ações trabalhistas contra o banco.
O banco criou nos últimos anos grande embate trabalhista pelo descumprimento da jornada legal dos bancários. Após várias campanhas e ações na Justiça em que exige a jornada de 7ª e 8ª horas, o BB implantou unilateralmente em 2013 um Plano de Funções, desrespeitando até o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que em audiência de conciliação em dezembro de 2012, sugeriu que a empresa negociasse com a representação sindical, a exemplo, de outras empresas públicas.
A falta de diálogo entre o Banco e as entidades sindicais é outro problema que interfere diretamente para que haja um possível acordo entre o BB e o movimento sindical.
“A imposição do novo plano de funções do banco lesiona diretamente todos os funcionários e somente com pressão e paralisação das atividades é uma forma de fazer com que a unidade atenda as nossas reivindicações. Caso o banco não venha nos atender, as ações trabalhistas poderão aumentar de forma significativa”, finaliza Alex Rodrigues.
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