NOTÍCIA | Liberdade

Dois últimos servidores da Assembleia Legislativa presos em operação em MT são soltos

Servidores foram presos durante a operação Metástase, do Gaeco.

Por: G1 MT
Publicado em 14 de Outubro de 2015 , 06h55 - Atualizado 14 de Outubro de 2015 as 06h55


Os últimos dois servidores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) presos durante a operação Metástase, da Gaeco, foram soltos em Cuiabá. Funcionários de carreira e lotados no gabinete do deputado Gilmar Fabris (PSD), ambos são acusados pelo Ministério Público (MPE) de fazerem parte de um esquema de fraude de R$ 2 milhões na compra de marmitas pelo Poder Legislativo mato-grossense entre 2011 e 2014.

A prisão provisória (de 5 dias) dos últimos dois presos, que já havia sido prorrogada, venceu na última sexta-feira. Como não foi determinada a prisão preventiva dos dois servidores, eles foram liberados.

 

A operação Metástase foi deflagrada no último dia 23 de setembro. No total, foram expedidos 22 mandados de prisão temporária pela Vara de Combate ao Crime Organizado da capital (7ª Vara Criminal).
 

De acordo com as investigações, as fraudes ocorreram por meio de compras fictícias de itens como marmitas e materiais gráficos, com a utilização da antiga verba de suprimentos. Essa verba era usada para pequenos gastos de gabinetes, com valores entre R$ 4 mil e R$ 8 mil por mês, e foi extinta no início de 2015.

Ao todo, 20 servidores da ALMT foram presos na Metástase, sendo que seis atuavam no gabinete da deputada Janaína Riva (PSD). E, entre os que tiveram a prisão decretada, dois são empresários.

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