Bebê que nasceu com asfixia grave em Juara será transferida para hospital com UTI neonatal
O Show de Notícias continua acompanhando a situação e trará atualizações assim que novas informações forem confirmadas.
A pequena Maria Helena Pivatelli, recém-nascida no Hospital Municipal de Juara no dia 16 de julho, será transferida nas próximas horas para uma unidade hospitalar com UTI neonatal.
A bebê nasceu em estado grave, com diagnóstico de asfixia perinatal severa e apresenta quadro clínico que inspira sérios cuidados, incluindo risco de sequelas permanentes e até de morte.
Segundo informações repassadas ao Show de Notícias pela família, foi necessária a atuação da Defensoria Pública para garantir a regulação e encaminhamento da criança para um hospital com suporte adequado.
Ainda não foi divulgado para qual cidade Ana Paula será transferida, nem se o transporte será realizado por UTI aérea ou terrestre.
Laudo médico aponta gravidade no estado de saúde
Um laudo médico obtido pela nossa reportagem detalha o estado clínico da bebê, que permanece internada desde o nascimento. O documento aponta que Maria Helena apresenta quadro de sepse neonatal precoce, sequelas neurológicas em investigação, hipertonia, e desconforto respiratório, necessitando de atendimento especializado em UTI neonatal.
O exame físico mostra que a bebê está ativa, porém com sinais de irritabilidade e taquipneia (respiração acelerada), além de uso de oxigênio suplementar.
A avaliação também menciona risco elevado de sequelas permanentes e reforça a urgência na transferência para uma unidade com maior estrutura.
Versão do Hospital Municipal de Juara
O diretor técnico do Hospital Municipal de Juara, Dr. Onilmar de Oliveira Cohler, afirmou no dia 17 de julho que a criança segue respirando com ajuda de aparelhos, sendo monitorada constantemente por equipe especializada.
“A Maria Helena passa bem, está sob cuidados intensivos da nossa equipe enquanto aguardamos a liberação da vaga em UTI neonatal por meio da regulação estadual”, destacou o médico.
Ainda segundo Dr. Onilmar, a equipe médica investiga as possíveis causas da asfixia e há a suspeita de que o quadro possa estar relacionado a um “nó verdadeiro” no cordão umbilical — condição rara que pode dificultar o fluxo de oxigênio para o bebê durante o parto.
Família clama por atendimento especializado
Os familiares de Maria Helena seguem esperançosos e pedem agilidade nas providências, para que a bebê possa receber o tratamento adequado o mais rápido possível. Eles agradecem o apoio da Defensoria Pública e a mobilização de profissionais que estão acompanhando o caso.
O Show de Notícias continua acompanhando a situação e trará atualizações assim que novas informações forem confirmadas.
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