NOTÍCIA | PRODUÇÃO DE MILHO

Carlos César Floriano analisa estímulo do governo para plantio de milho

Propostas incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores

Por: Carlos César Floriano - CEO do Grupo VMX
Publicado em 18 de Maio de 2021 , 11h35 - Atualizado 18 de Maio de 2021 as 11h41


Divulgação DINO
Um fato importante sinaliza novos rumos para a produção agrícola brasileira e novas medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022 foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As propostas, que incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores no incremento da produção do milho e também do sorgo, foram encaminhadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
 
 “O produto é a base para toda uma estrutura, tanto para alimentação dos animais quanto para a humana. Isso possibilita mais vantagens para o cultivo do produto”, afirma o CEO do Grupo VMX Agro, Carlos César Floriano.
 
O CMN decidiu aumentar o limite de financiamento de custeio, a partir de 1º de julho deste ano, de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por produtor, para a produção de milho e de sorgo. Também a partir de 1° de julho, os médios produtores rurais poderão ter acesso ao custeio para plantio dos dois cereais, no limite de R$ 1,75 milhão. Antes o teto era de R$ 1,5 milhão.
 
Outra medida permite, excepcionalmente, no âmbito da fonte de recursos obrigatórios, o financiamento de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para a aquisição de milho e de sorgo, limitado a R$ 65 milhões por beneficiário, admitindo o preço de mercado como referência ao invés do preço mínimo. A instituição financeira é obrigada a direcionar recursos de 27,5% da sua movimentação para aplicar em operações de crédito rural.
 
Carlos César Floriano destaca oportunidade
 
A Conab estima que a produção total de milho do Brasil na atual temporada deve ficar em torno de 109 milhões de toneladas e a de sorgo em 2,6 milhões de toneladas. “O produtor rural precisa estar atento aos direcionamentos e oportunidades que o país busca no momento. Essa medida tente a ajudar no desenvolvimento do setor”, conclui Carlos César Floriano.
 
O CMN também aprovou a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para safra 2021/2022, no valor de R$ 5,9 bilhões.
 
No direcionamento dos valores apreciados pelo Conselho, foi estabelecido o aumento de 21,86% para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC), passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,354 bilhão. Foram mantidos os valores do ano anterior para as demais linhas de crédito, ou seja, R$ 1,6 bilhão para operações de Custeio; R$ 2,2 bilhões para Comercialização, R$ 630,5 milhões para Capital de Giro e R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados.
 
A isonomia das taxas de juros para as finalidades de crédito com recursos do fundo deverá ser tratada na próxima reunião do CMN.
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