NOTÍCIA | CARNE PARA TAILÂNDIA

Carlos César Floriano destaca que Brasil exportará carne para Tailândia

As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês.

Por: Assessoria de imprensa do Grupo VMX Agro
Publicado em 22 de Junho de 2020 , 14h39 - Atualizado 01 de Julho de 2020 as 15h00


Reprodução VMX Agro

De acordo com o CEO do Grupo VMX Agro, Carlos Cesar Floriano, a Tailândia comunicou que abriu seu mercado para carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil. Cinco estabelecimentos frigoríficos foram aprovados, pelo país asiático, a exportar. As plantas frigoríficas estão localizadas nos estados do Pará, de Rondônia, Goiás, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

 
Em 2019, a Tailândia importou de todo o mundo cerca de US$ 90 milhões em carne bovina. A Austrália participou da metade desse valor. Austrália e Tailândia têm um acordo de livre comércio (em conjunto com a Nova Zelândia e os demais países da Asean – grupo de países que a Tailândia faz parte) que isenta as tarifas para as exportações australianas desde o início de 2020.As tarifas de importação da Tailândia são 50% para carne bovina em geral e 30% para miúdos de bovino.
 
Carlos César Floriano comemora abertura
 
“Em meio a notícias tão difíceis no cenário econômico, essa informação motiva o setor como um todo”, destaca o especialista. Ainda de acordo com o executivo, de janeiro de 2019 até agora, o Brasil já conquistou a abertura de mais de 60 mercados para produtos agropecuários. Entre os produtos para exportação estão castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para Colômbia.
 
As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).
 
Ministra destaca boa notícia
 
“Mais uma boa notícia para o agro brasileiro”, comemorou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) em entrevista ao Portal de Notícias do ministério. Desde janeiro de 2019, mais de 60 mercados externos já foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros. “Mais de 700 habilitações já foram feitas para os produtos do nosso agro brasileiro”, acrescentou a ministra. 
O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Orlando Leite Ribeiro,  destacou  a importância do desfecho das negociações realizadas para a concretização da abertura daquele mercado asiático para carne bovina desossada, carne bovina com osso e miúdos, dado o potencial de geração de receita de US$ 100 milhões nos próximos anos.
 

A recomendação foi feita em entrevista à rádio Gazeta FM, de Barra do Garças (516 km de Cuiabá), na manhã desta segunda-feira (22.06). Os sintomas iniciais da doença geralmente são febre, tosse seca e dificuldade de respirar.

Mendes explicou que o ritmo de contaminação em Mato Grosso aumentou nas últimas semanas, assim como a taxa de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Segundo ele, muitas UTIs acabam sendo ocupadas em razão de os pacientes procurarem ajuda quando já estão em estado muito grave.

“Estamos chegando a quase 10 mil casos da doença. Acho um equívoco isso, esperar ter sintomas graves para ir a uma unidade. O meu médico me receitou um medicamento e eu tomei e graças a Deus passei bem”, afirmou, ao lembrar que também contraiu a doença há algumas semanas e já está livre do vírus.

De acordo com o governador, se houver um tratamento adequado nos sintomas iniciais, há menos chance de a doença se agravar. Esse primeiro contato deve ser feito junto aos postos de saúde e policlínicas, na atenção básica, que é de responsabilidade das prefeituras.

“É importante que as pessoas que tenham sintomas do coronavírus procurem um médico, um posto de saúde e lá muito provavelmente a gente espera que o médico possa receitar alguma coisa. Não espere ficar grave demais para procurar uma unidade de saúde. Algumas pessoas não procuram, não tomam remédio e aí agrava muito. Quando procura, já precisa ir para a UTI porque está com 50%, 70% do pulmão comprometido. E aí fica difícil salvar a vida dessa pessoa”, ressaltou.

Além de estar construindo leitos por todo o Estado, conforme o gestor, o Governo de Mato Grosso também tem buscado adquirir medicamentos para distribuir aos postos de saúde.

“Apesar de ser uma atribuição da prefeitura, estamos correndo atrás desses remédios para que assim que o médico receitar, o paciente já ter acesso no início da doença. Porque se isso demorar, pode ser tarde e podemos perder vidas importantes de mato-grossenses”, pontuou.

O governador ainda alertou a população a redobrar o cuidado com as medidas de higiene e distanciamento social.

“Precisamos manter o distanciamento social, lavar as mãos, usar álcool gel. O que precisa é praticar isso efetivamente por parte da nossa população”, concluiu.

 

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