NOTÍCIA | PETROBRAS

Após sugestões, mudanças na política de preços ainda não foram discutidas, diz Petrobras

Conselheiro Francisco Petros sugeriu congelamento dos preços por 45 dias, além da formação de um grupo de trabalho

Por: Plínio Aguiar, do R7, em Brasília
Publicado em 21 de Junho de 2022 , 08h01 - Atualizado 21 de Junho de 2022 as 08h07


Reprodução FLIPAR
O conselheiro da Petrobras Francisco Petros propôs mudanças na política de preços da estatal, que teve troca de comando nesta segunda-feira (20). Em nota, a companhia, que tem sido alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro, informou que as sugestões ainda não foram discutidas internamente.
 
A sugestão feita pelo conselheiro envolve, entre outros pontos, a discussão pela Petrobras de uma proposta de congelamento de preços por 45 dias, além da formação de um grupo de trabalho com representantes da empresa, do mercado de combustíveis e do governo para discutir uma nova fórmula de reajuste.
 
O documento foi enviado por Petros no último dia 17. Nesta segunda-feira (20), a estatal informou, por meio de nota, que tomou conhecimento das sugestões e que se trata de uma iniciativa pessoal com propostas que não foram discutidas internamente. "A Petrobras reforça seu compromisso com a transparência e que divulgará, tempestivamente, fatos julgados relevantes sobre o tema", completa.
 
Novo presidente
Mais cedo, a Petrobras anunciou Fernando Borges como presidente interino da estatal. Ele será o substituto de José Mauro Ferreira Coelho, que pediu demissão do cargo. Borges é diretor-executivo de Exploração e Produção e foi nomeado pelo Conselho de Administração em decorrência da vacância na presidência da companhia.
 
De acordo com a Petrobras, Borges, que é funcionário de carreira, ficará no posto até a eleição e a posse do novo presidente da estatal. O governo havia indicado o secretário de Desburocratização do Ministério da Economia, Caio Mário Paes de Andrade, para o cargo.
 
Mauro tomou posse no dia 14 de abril deste ano. À época, argumentou que a redução da dívida bruta da estatal em pouco menos de R$ 60 bilhões abria espaço para investimentos e que havia a intenção de reduzir os custos de extração de petróleo, com o objetivo de aumentar a produtividade.
 
Coelho substituiu o general Joaquim Silva e Luna, demitido por Bolsonaro no fim de março. Na ocasião, o presidente chegou a dizer que o comando da estatal precisava de "alguém mais profissional". Após a decisão, o militar defendeu a gestão à frente da estatal e as decisões adotadas, alvo de críticas por parte do governo em razão dos sucessivos repasses de aumentos no preço dos combustíveis ao consumidor.
 
O químico foi o terceiro a ocupar o posto na estatal durante o governo Bolsonaro, depois de Joaquim Silva e Luna e Roberto Castello Branco. Ele deixou o comando da estatal pelos mesmos motivos que seus antecessores: os reajustes feitos no preço dos combustíveis, que têm incomodado Bolsonaro no ano em que busca a reeleição e aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais.
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