Bandeira amarela é mantida e conta de luz seguirá com cobrança extra
A escala vai da bandeira verde, quando não há cobrança adicional, até a bandeira vermelha patamar 2, que representa o maior custo para o consumidor.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela, o que significa que os consumidores continuarão pagando um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de energia elétrica.
A bandeira amarela está em vigor desde abril e permanece devido às condições climáticas. Segundo a Aneel, o período de estiagem reduz o volume de água nos reservatórios e diminui a geração de energia pelas usinas hidrelétricas. Com isso, torna-se necessário o acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para informar aos consumidores os custos variáveis da geração de energia elétrica no país. As bandeiras são divididas por cores e indicam quanto está custando produzir a energia fornecida às residências, estabelecimentos comerciais e indústrias.
Todos os meses, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia as condições de geração e a demanda por energia, definindo a estratégia de operação do sistema. Com base nessa análise, é estabelecida a bandeira tarifária que será aplicada no período.
A escala vai da bandeira verde, quando não há cobrança adicional, até a bandeira vermelha patamar 2, que representa o maior custo para o consumidor.
Enquanto persistirem as condições de seca e a necessidade de utilizar as termelétricas, a recomendação é que a população adote medidas para economizar energia, reduzindo o impacto da cobrança extra na conta de luz.
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