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Conselheiro Antônio Joaquim admite recuo de disputar Governo

'Estarei no jogo. Seja como candidato, como dirigente partidário, como cabo eleitoral"

Por: RAFAEL COSTA Diário de Cuiabá
Publicado em 31 de Janeiro de 2018, 03h14 - Atualizado 31 de Janeiro de 2018 ás 03h22


Antônio Joaquim (arquivo Show de Notícias)

Afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em decorrência da Operação Malebolge da Polícia Federal deflagrada em setembro do ano passado, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antônio Joaquim, estipulou a data de 20 de fevereiro para decidir se permanece ou não como pré-candidato ao governo de Mato Grosso. Em carta encaminhada à militância do PTB, partido pelo qual planejava se candidatar desde que traçou o plano de aposentar-se do cargo para concorrer ao Palácio Paiaguás, Antônio Joaquim afirma que foi vítima de uma armação do governador Pedro Taques (PSDB). 

“Desde o dia 8 de novembro passado, que foi a data definida para a minha filiação no PTB e, em seguida, começar uma pré-campanha em todo o Estado, como todos sabem fui sabotado pelo Pedro Taques que até agora está conseguindo impedir minha aposentadoria e com isto minha filiação partidária”, diz um dos trechos. 

Por conta disso, Antônio Joaquim revela que manteve conversas recentes com o ex-prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o senador Welington Fagundes (PR) e militantes do Partido Progressista. 

No diálogo, ficou definido por sua própria vontade que o dia 20 de fevereiro é a data limite para saber se prossegue ou não com o plano de ser candidato ao governo do Estado. “Me imponho a data do dia 20 de fevereiro, uma decisão definitiva da minha situação, explico, minha aposentadoria está dependendo de uma decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Em fevereiro, estão previstas três sessões desta Turma e não irei esperar o dia 27.Se o STF não julgar até o dia 20, a partir do dia 21me retiro formalmente do projeto de pré-candidatura, abrindo espaço para quem se dispuser a enfrentar este déspota que habita o Palácio Paiaguás com o compromisso que terá meu irrestrito apoio”, completou Antônio Joaquim. 

Ele ainda assegurou que está descartada qualquer possibilidade de retornar ao TCE, mesmo que haja uma decisão neste sentido. Ele disse que participará ativamente do processo eleitoral, ainda que não seja na condição de candidato ao Governo. “Estarei no jogo. Seja como candidato, como dirigente partidário, como cabo eleitoral. Estou pronto, destemido, sem medo de ameaças ou dossiês”, disse o conselheiro.


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