Marco Marrafon alega que Percival pretendia enfrentar Taques ao Governo de MT

Marco Marrafon assegura que PPS estará no arco de alianças do governador

Por: LEONARDO HEITOR - Folha Max
Publicado em 14 de Fevereiro de 2018, 07h48 - Atualizado 14 de Fevereiro de 2018 ás 07h52


Reprodução Folha Max

O secretário de Estado de Educação, Marco Marrafon, assumiu recentemente o comando do diretório estadual do PPS. Ele comanda um processo de reestruturação da sigla, que em cerca de dois meses elegerá uma nova executiva.

Marrafon afirmou que a legenda está aberta para a permanência do ex-presidente do partido, ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz, mas não garantiu que ele ficará no partido, após ser destituído da presidência pelo diretório nacional. Ele explicou que todo processo que resultou na saída de Percival Muniz da presidência e sua posterior entrada durou cerca de dois meses.

O secretário de Educação apontou que um dos motivos que resultaram na saída do ex-prefeito de Rondonópolis da presidência estadual do PPS foi o fato de que ele pretendia ser candidato ao Governo do Estado, enquanto o partido, nacionalmente, defende uma aliança com o governador Pedro Taques (PSDB). “Foi um processo que demorou mais de dois meses. Foram conversas que iniciaram assim que venceu a provisória do ex-presidente Percival. Iniciamos os diálogos, que eram muito mais voltados para esta ideia da nacional de construir uma plataforma de mudança no modelo partidário. Isso também indicava alguns caminhos, como a aliança com o PSDB, por exemplo, que não estava de acordo, por exemplo, com aquilo que o Percival concordava. Chegou a dizer que ele tinha pretensões de ser candidato a governador. Dissemos que não era este o caminho que o partido estava pensando nacionalmente. Se não era este o caminho, cada um tem que agir de acordo com as suas convicções”, explicou Marrafon.

Segundo o secretário e atual presidente estadual do PPS, todas as conversações foram feitas juntamente com Percival. De acordo com Marrafon, o ex-presidente optou por não estar no diretório, neste momento de transição, e também não confirmou se permanecerá na sigla, embora tenha dado sinais de que mudará mesmo de partido. “Toda conversa foi feita com ele junto, o ouvindo, mas ainda não temos nada oficial, em relação a mudança de rumo. Ele optou no momento de não estar na provisória, mas continua no partido. Se houver alguma comunicação, aí iremos avaliar. Ainda não conversei com ele depois que assumi, apenas antes e ele já indicava que gostaria de pegar um outro caminho”, explicou.

O secretário de Educação afirmou que neste primeiro momento tem se preocupado em avaliar a situação atual do partido. “Estamos tomando pé da situação jurídica e contábil, para fazer uma organização mínima. Também estamos estudando nomes que possam ser convidados, uma vez que temos a ideia muito firme de renovação do parlamento, tanto federal, quanto estadual, além da busca por dialogar com os movimentos cívicos. Temos buscado estas conversas e identificado estes nomes. Esta é a primeira etapa. Olhar para dentro, organizar, estabelecer um planejamento”.

Marrafon explicou que um dos objetivos principais do partido para esta eleição é a reeleição do governador Pedro Taques, inclusive descartando uma possível ida do chefe do executivo estadual para o PPS. “Em relação ao governador Pedro Taques, a ideia é de que ele fique no PSDB e que nós possamos contribuir com a base do governo, em um projeto de continuidade administrativa”, disse.

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