NOTÍCIA | MORTE DE BRASILEIRA

Copilota de avião que caiu na Flórida era de família de brasileiros; acidente deixou 9 mortos

Nathalia Gadelha Filgueiras tinha carreira promissora na aviação

Por: MSN.com e Estadão
Publicado em 03 de Novembro de 2026 , 08h58 - Atualizado 03 de Novembro de 2026 as 09h09


Foto: Reprodução/Instagram/@camilacortelettirs
A copilota do jato particular que despencou na tarde de domingo, 1º, na Flórida, nos Estados Unidos, era uma aviadora de apenas 20 anos e de família brasileira, segundo confirmado pelo jornal The New York Times.
 
Nathalia Gadelha Filgueiras foi uma das nove pessoas que morreram após a queda do avião. Tempestades haviam sido registradas na região onde ocorreu a queda, mas ainda não há detalhes sobre as causas do acidente.
Segundo a Administração Federal de Aviação (FAA), a aeronave decolou às 9h36 do Aeroporto Internacional de Austin-Bergstrom, no Texas, com destino às Bahamas. A queda na Flórida ocorreu pouco mais de três horas depois.
 
Todas as vítimas ocupavam o jato, de modelo Learjet 60, que explodiu após cair em uma avenida movimentada de West Palm Beach, abrindo uma cratera no asfalto e causando a interdição da via.
 
De Boca Raton, na Flórida, Nathalia tinha carreira promissora. Segundo familiares relataram ao The New York Times, ela obteve sua licença de piloto aos 17 anos e já tinha acumulado mais de 1,3 mil horas de voo.
 
Atualmente, ela trabalhava para a Upper Jets, uma empresa de fretamento de aeronaves particulares sediada em Fort Lauderdale, também na Flórida.
 
Familiares contaram que ela era apaixonada por aviação desde a infância. O interesse surgiu durante os voos que fazia com o pai, que é piloto recreativo. Após sucessivas idas ao Aeroporto de Boca Raton para observar aviões, ela decidiu que queria ser piloto por volta dos 12 anos.Um áudio obtido pelo site de tráfego aéreo liveatc.net mostra a comunicação entre a cabine de voo e o controle aéreo. Um dos trechos mostra uma pessoa relatando uma turbulência moderada e formação de gelo, que estava sendo controlada.
 
Na sequência, ela informa que o avião entrou em “zona de precipitação” e pede autorização para subir de altitude. Pouco tempo depois, o avião começa a descer de maneira acelerada e ela declara emergência. “Vamos bater no chão”, diz a pessoa. Em seguida, a comunicação é interrompida.
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JUARA MATO GROSSO



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