Alisson Roncalin é preso pela PJC de Sinop por participação em dois assassinatos em Juara.
Bertinetti Perroni já estava preso desde o mês de março, confessou a participação no crime, mas o seu comparsa, Alisson Roncalin estava foragido.
O morador de Juara, Alisson Roncalin, idade ainda não revelada, foi preso nesse dia 11 de maio, pela Polícia Judiciária Civil na cidade de Sinop, em cumprimento a um mandado de prisão expedido contra ele pelo juiz da Terceira Vara Criminal de Juara, sob a acusação de envolvimento em um duplo assassinato ocorrido em Juara, no dia 07 de fevereiro, na Lanchonete Arinos, localizada na Ponte do Rio Arinos, na MT 325, em Juara.
Ao ser preso em Sinop, Alisson estaria usando documentos com nome falso, mas foi reconhecido por um dos agentes e encaminhado para Juara, onde foi entrevistado pelo delegado Carlos Henrique e confessou a participação no crime.
Bertinetti Perroni já estava preso desde o mês de março, confessou a participação no crime, mas o seu comparsa, Alisson Roncalin estava foragido.
Na oportunidade foram mortos a tiros disparados a queima roupa contra suas cabeças, Jean Pablo, vulgo Tolete, idade não revelada, que trabalhava na Lanchonete e Renato da Silva Sabino, 25 anos, que estaria no local para visitar o amigo Jean e lá ficou até as 02 horas da madrugada daquele domingo, momento em que os dois foram assassinados.
Segundo o delegado, o proprietário da Lanchonete, Bertinetti Perrone Vasques da Silva, popular Perrone, como é conhecido o acusado, teria contado uma “estória” fantasiosa ao jornalista Aparicio Cardozo, do site Show de Notícias, dizendo que havia visto dois homens, que teriam chegado de moto, um empunhando uma arma de fogo do tipo revólver e atirado contra a cabeça dos rapazes.
O vídeo com a entrevista de Perrone ao jornalista Aparicio Cardozo foi juntado nos autos pelo delgado e serviu como instrumento para apurar melhor os fatos, já que o acusado se contradisse no depoimento, com relação ao que falou na resposta ao repórter.
Como os rapazes não confessaram que haviam se apoderado do dinheiro, foram lavados para um local escuro, mais próximo do Rio e executados com um tiro disparado a queima roupa, contra a nuca dos mesmos.
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