Ex-ministro da agricultura, Neri Geller, estará em Juara nessa terça-feira, 10 de julho.

Neri Geller é pre-candidato a deputado federal por Mato Grosso

Por: Redação Show de Notícias/Assessoria
Publicado em 10 de Julho de 2018, 11h40 - Atualizado 10 de Julho de 2018 ás 11h45


Arquivo show de Notícias - Neri Geller

O ex-secretário de políticas e agrícolas do MAPA e ex-ministro da agricultura, pecuária e abastecimento, Neri Geller, estará em Juara nessa terça-feira, 10 de julho, para reuniões e encontros políticos, visando a sua candidatura a deputado federal de Mato Grosso.

Neri Geller tem reunião marcada às 18 horas, na sede do Sindicato Rural de Juara, onde deverá se reunir com os pecuaristas da região, uma vez que seu foco principal, e o agronegócio.

O objetivo da reunião e política, uma vez que está se lançando novamente como pré-candidato a deputado federal por Mato Grosso.

Agricultor e empresário rural radicado em Mato Grosso, em 1994 filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e em 1996 elegeu-se vereador em Lucas do Rio Verde, reelegendo-se em 2000. Coordenador do núcleo do Pró-soja de Lucas do Rio Verde, em 2006 liderou um movimento de protesto contra a política agrícola e econômica do governo Luís Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), que bloqueou rodovias em vários estados brasileiros. Denominado Grito do Ipiranga, em referência a Ipiranga do Norte, onde o movimento começou, seu objetivo era chamar a atenção do governo e da sociedade para a crise de rentabilidade vivida pelos produtores de soja. As manifestações iniciadas em Mato Grosso e expandiram-se para Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia, Paraná, Goiás, Pará e Bahia.

Em outubro de 2006 candidatou-se a deputado federal por Mato Grosso na legenda do PSDB, obtendo a primeira suplência com uma votação expressiva na cidade de Nova Mutum, uma das maiores produtores de soja do país. Em abril de 2007 assumiu o mandato, após a licença de Telma de Oliveira, decorrente de uma estratégia defendida e implementada por Dante de Oliveira, ex-governador e marido de Telma, com a qual pretendia dar oportunidade a outros correligionários. Exerceu o mandato até agosto seguinte e participou da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Comissão de Educação e Cultura e da Comissão de Viação e Transportes. Em 2008 assumiu a presidência do diretório regional do PSDB no estado, e em julho de 2009 ingressou no Partido Progressista (PP).

Nas eleições de Outubro de 2010, tentou retornar à Câmara, mas os 45.196 votos que recebeu foram insuficientes, rendendo uma suplência.

Em Fevereiro de 2011, assumiu a cadeira de Eliene Lima, que licenciou-se para assumir uma secretaria no governo do Mato Grosso. Permaneceu no exercício do mandato de deputado até Outubro, tendo ocupado neste período a titularidade na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia.

Em 2012, tentou retornar ao cargo por meio de uma ação no Supremo Tribunal Federal, (STF) na qual alegava que o primeiro suplente Roberto Dorner teria praticado infidelidade partidária. O STF, no entanto, julgou a ação improcedente.

No ano seguinte, foi empossado na Secretaria de Política Agrícola, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. E, em março de 2014, quando uma reforma ministerial foi levada a cabo em função das eleições subsequentes, foi nomeado pela presidente Dilma Rousseff para suceder a Antônio Andrade no comando da pasta.

Deixou o PP e migrou para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), hoje MDB.

Foi ainda vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso.

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