NOTÍCIA | DROGAS

PM apreendeu 2,3 toneladas de droga no primeiro semestre de 2020

Também registrou 7.016 prisões em flagrante delito, no momento ou logo depois da prática criminosa, um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado

Por: Alecy Alves | Secom-MT
Publicado em 07 de Julho de 2020 , 11h29 - Atualizado 07 de Julho de 2020 as 11h39


PMMT

A Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu 2.384 quilos de droga (cocaína e maconha), uma média de 397,3 ao mês, no primeiro semestre deste ano, entre janeiro e 30 de junho. Comparado ao mesmo período de 2019, com 2.148kg, representa um aumento de 11%.

Além disso, o trabalho realizado este ano pelos 15 comandos regionais e as unidades especializadas da PMMT totalizou 1.456 ocorrências específicas de tráfico de droga – apreensões e prisões. E outros 2.081 boletins de ocorrência relacionados ao consumo e prisões por posse de entorpecentes.

Outro dado que chama atenção na produtividade semestral da PM é o de prisões em flagrante, ou seja, no momento ou logo depois da prática criminosa. Foram 7.016 prisões em flagrante, 42% a mais que no ano passado, quando foram contabilizados 4.947 flagrantes, conforme dados da Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (SPOE) da instituição militar.

O número de armas de fogo apreendidas também aumentou, 1.041 apreensões, índice 5% superior ao primeiro semestre do ano passado (993), grande parte diretamente ligada a práticas criminosas. A PM também apreendeu 177 imitações (simulacros) de armas de fogo.

O comandante geral, coronel Jonildo José de Assis, diz que a PM se empenha, trabalha intensamente na prevenção e repressão a todas as modalidades de crimes. No tráfico de droga, observa Assis, além da dedicação dos policiais a instituição dispõe de meios como o serviço de inteligência atuando permanentemente para subsidiar as ações das unidades operacionais e ferramentas tecnológicas.

O comandante utilizou como exemplo de ferramenta a análise criminal, um recurso que, como o próprio nome define, consiste em analisar os índices criminais. Entender, entre outros mecanismos, onde mais ocorre crimes, modalidades, qual a frequência.

Assis explica que “a partir dos resultados dessas análises são montadas intervenções estratégicas, operações específicas de repressão ou reforço do policiamento preventivo, de acordo com a necessidade apontada”.

Já o aumento das prisões em flagrante, avalia o comandante, é resultado da melhoria do policiamento preventivo, da presença efetiva nas ruas fazendo rondas e mais viaturas em locais estratégicos, em áreas comerciais, por exemplo, com policiais prontos para interromper e frustrar atividades criminosas. 

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