NOTÍCIA | LÁZARO MORTO

Polícia disparou 125 tiros em confronto que matou Lázaro Barbosa

Lázaro foi capturado e teve sua morte confirmada na manhã desta segunda-feira (28), após 20 dias de buscas de força-tarefa

Por: R7 com informações da RV Recorde
Publicado em 29 de Junho de 2021 , 07h16 - Atualizado 29 de Junho de 2021 as 07h26


Reprodução

Os policiais  militares envolvidos na operação que resultou na morte de Lázaro Barbosa, de 32 anos, dispararam 125 tiros no confronto com o suspeito, ocorrido na  manhã desta segunda-feira (28), em Águas Lindas (GO).

As informações estão contidas em documento oficial da SSP-GO (Secretaria da Segurança Pública do Estado de Goiás) sobre a ocorrência, obtido pela Record TV.

De acordo com registro, a políia realizou os seguintes disparos: 
- 17 tiros com pistola Sig Sauer calibre 9 mm;
- 32 tiros com pistola Taurus 92 AF calibre 9 mm;
- 17 tiros com pistola Sig Sauer calibre 9mm;
- 34 tiros com pistola Sig Sauer calibre 9mm e
- 25 tiros com o fuzil Bushmaster, calibre .556.

Lázaro foi capturado e teve sua morte confirmada na manhã desta segunda-feira (28), após 20 dias de buscas de uma força-tarefa com 270 homens da polícia no interior de Goiás. 

O secretário de segurança pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (28) que os policiais não tiveram outra opção além de disparar durante a troca de tiros com Lázaro Barbosa, cuja morte foi confirmada ainda pela manhã.

O secretário contou como se deu o último confronto entre policiais e o fugitivo, procurado por 20 dias no interior de Goiás.  "Tivemos a informação de que ele ia na casa da ex-mulher e da ex-sogra. Quando ele saiu, tentamos abordá-lo, ele correu pro mato e saiu gritando 'Quem vier atrás, dou um tiro na cara'."

O secretário afirmou ainda que o cerco não era apenas contra Lázaro mas contra a quadrilha que lhe dava cobertura. "Essa noite, a gente vinha fechando o cerco. A partir do momento que descobrimos o esconderijo dele, foram tres dias pra chegar o desfecho final, porque não tivemos um minuto de sossego. (...) O cerco não era só para um elemento, é para uma quadrilha que estava sendo desbaratada."

A partir de agora uma força tarefa das polícias civis de Goiás e do Distrito Federal segue indefinidamente na região fazendo investigações em busca dos suspeitos de participar do grupo.

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