Dois corpos são encontrados carbonizados dentro de caminhonete Amarok destruída pelo fogo na MT 490
PM isolou área na MT-490 até chegada da perícia oficial
A Polícia Militar registrou, na noite deste domingo (15), às 22h, uma ocorrência de grande impacto na rodovia MT-490, entre Nova Ubiratã e Lucas do Rio Verde, em trecho de terra localizado sobre o córrego Ribeirão de Ouro, onde há uma ponte em construção.
A corporação foi informada de que uma caminhonete VW Amarok ardia em chamas e, ao chegar ao ponto indicado, confirmou a veracidade da denúncia, encontrando o veículo completamente carbonizado e duas pessoas mortas em seu interior.
Mesmo sem a presença de fogo ativo no momento da chegada, o cenário exigia providências imediatas. A guarnição adotou os protocolos de preservação, estabelecendo isolamento rigoroso do perímetro para impedir a contaminação de possíveis provas.
A medida é fundamental para assegurar a qualidade do trabalho pericial e permitir que a investigação avance com base em evidências técnicas confiáveis.
O Corpo de Bombeiros Militar foi mobilizado para atuar na remoção das vítimas. Após a avaliação inicial, os socorristas confirmaram que ambos já estavam em óbito. As condições dos corpos, atingidos pela ação do calor, reforçam a necessidade de exames especializados para identificação formal e determinação da dinâmica do evento. Todo o procedimento ocorreu sob acompanhamento policial.
A responsabilidade pela apuração passou à Polícia Civil, com apoio da Politec de Sorriso, que iniciou o levantamento técnico-científico. A perícia deverá examinar o veículo, o terreno e eventuais marcas que permitam indicar a origem do incêndio.
Entre as hipóteses a serem analisadas estão falha mecânica, acidente e possibilidade de interferência externa, nenhuma delas descartada até o momento.
A partir de agora, o avanço das investigações dependerá da consolidação dos laudos e da confirmação das identidades.
As autoridades ressaltam que somente após essa etapa será possível oferecer respostas conclusivas. Enquanto isso, prevalece a cautela institucional diante de uma ocorrência que, pela gravidade, exige precisão, responsabilidade informativa e respeito aos desdobramentos judiciais.
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