NOTÍCIA | LITERATUA

"O lugar chamado Rondonópolis" é o título do novo livro do jornalista Eduardo Gomes

A obra do jornalista Eduardo Gomes passeia pela memória da Terra de Rondon e seu personagem central é a população

Por: A Tribuna MT
Publicado em 25 de Julho de 2021 , 10h27 - Atualizado 25 de Julho de 2021 as 10h36


Reprodução capa da obra de Eduardo Gomes

Texto leve, solto, objetivo e num linguajar muito simples. Esse é o tom editorial do livro O lugar chamado Rondonópolis, escrito pelo jornalista Eduardo Gomes de Andrade. A obra passeia pela memória da Terra de Rondon e seu personagem central é a população.

O autor narra a reunião do então presidente do Brasil e seu colega paraguaio, em Rondonópolis, para baterem o martelo sobre a construção da Eduardo Gomes, autor do livroItaipu Binacional. O texto mescla figuras da Europa com moradores em Poxoréu e passeia pelo União, de Lamartine da Nóbrega. Revela detalhes da luta de Dom Osório, Candinho e tantos outros pela criação do ensino superior no município.

Mostra o pioneirismo de Adão Riograndino Salles no cultivo da soja, a importância da Fundação MT e da Aprosmat. Mergulha na construção do parque de exposição da Exposul numa verdadeira odisseia liderada por Zeca de Ávila. Lança luzes sobre a relação do professor Paulo Isaac com seus irmãos Bororo.

Não é um livro sobre autoridades, “mas um livro com autoridade”, observa Eduardo Gomes. Nele, o leitor verá a trajetória da tenista Bruna Paes, a importância do alemão Manfred Göbel no combate a hanseníase e as artimanhas do prefeito Daniel Moura para atrair moradores ao seu embrionário município, onde hoje o trem apita no maior terminal de cargas agrícolas do continente.

Em O lugar chamado Rondonópolis o coronel Adib botava ordem na casa e o mafioso Tommaso Buscetta passava despercebido entre os moradores. A comandante Dagmar Parini fazia voos cegos ao Pantanal. Djalma Pimenta envasava o guaraná mais famoso de Mato Grosso. Na abençoada e ensolarada terra à margem do rio Vermelho o rádio cumpria papel social e os jornais levavam a informação.

Nesse mesmo lugar a sabedoria popular apelidou o pioneiro Cine Teatro Ype de Poeirinha, sem tom depreciativo, mas inteligente e carinhoso.
A cada página uma revelação sobre o ontem e um fato novo do agora. Sobre o livro, o melhor é sua leitura gratuita em page flip no 
www.blogdoeduardogomes.com.br

Capa do livro

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