NOTÍCIA | MEIO AMBIENTE

Delegado Gianmarco ministra aula sobre meio ambiente para novos delegados

Os alunos acompanhados do delegado geral adjunto, Gianmarco Paccola Capoani, foram recebidos pelo promotor de justiça, Gerson Natalício Barbosa, da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural de Cuiabá.

Por: Assessoria | PJC-MT
Publicado em 12 de Março de 2019 , 09h40 - Atualizado 12 de Março de 2019 ás 09h41


Assessoria | PJC-MT

Os novos delegados da Polícia Judiciária Civil em curso de formação técnico profissional participaram no começo do mês de aula integrada promovida pela Academia de Polícia (Acadepol) em parceira com o Ministério Público Estadual.

Os alunos acompanhados do delegado geral adjunto, Gianmarco Paccola Capoani, foram recebidos pelo promotor de justiça, Gerson Natalício Barbosa, da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural de Cuiabá.

Durante o encontro foi falado sobre ações cometidas contra o meio ambiente, em especial, sobre crimes em áreas urbanas que prejudicam as nascentes, poluição e loteamento clandestino.

Os alunos também tiveram a oportunidade de conhecer o projeto “Água para o futuro”, desenvolvido pelo Ministério Público. O trabalho busca a proteção das nascentes da área urbana de Cuiabá, visando garantir a segurança hídrica e o abastecimento de água potável para a presente e as futuras gerações.

Esse projeto apresentado para os delegados recém-empossados foi ganhador do prêmio fornecido pelo Conselho Nacional do Ministério Publico (CNMP), e está ligado diretamente as investigações ambientais na zona urbana, envolvendo principalmente construtoras e prefeituras.

De acordo com o delegado geral adjunto da PJC, Gianmarco Paccola Capoani, o objetivo da aula foi transmitir conhecimentos e informações para os novos colegas que poderão ser multiplicadores, na defesa do meio ambiente em suas respectivas unidades de atuação no interior do Estado.

“É muito importante destacar a preocupação com os problemas ambientais nas áreas urbanas, principalmente aqueles que prejudicam diretamente as nascentes, como, por exemplo,  os loteamentos clandestinos ou determinados empreendimentos poluidor, os quais acabam gerando danos irreversíveis e que podem ocasionar crises hídricas crônicas ou de difícil reversibilidade”, destacou Gianmarco Paccola Capoani.

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